Telemedicina – o futuro está chegando

Com a nova regulamentação em que os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, entre algumas formas de atendimento à distância, vemos um horizonte em médio e longo prazo onde todos os profissionais da área estarão no ambiente digital.

A Resolução nº 2.227/18, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que foi divulgada em 4 de fevereiro deste ano, estabelece a telemedicina como exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde, podendo ser realizada em tempo real ou off-line.

A teleconsulta será definida pela norma como consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos.

Lembrando que a primeira consulta deverá ser presencial, mas, no caso de comunidades geograficamente remotas, como florestas e plataformas de petróleo, pode ser virtual, desde que o paciente seja acompanhado por um profissional de saúde.

Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada a realização de consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias. No caso de prescrição médica à distância, a resolução fixa que o documento deverá conter identificação do médico, incluindo nome, número do registro e endereço, identificação e dados do paciente, além de data, hora e assinatura digital do médico.

Para garantir a segurança das informações, o texto estabelece que os dados e imagens dos pacientes devem trafegar na internet com infraestrutura que assegure guarda, manuseio, integridade, veracidade, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional das informações.

O maior desafio é como monetizar as informações que hoje já são enviadas aos pacientes gratuitamente através de aplicativos como o Whatsapp e outros.

Fonte: agencia de notícias

Publicado por: Cris Cadime